Aliterasom

21 21UTC Novembro 21UTC 2009

Novo clipe do Dream Theater – Wither

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 2:32
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16 16UTC Outubro 16UTC 2009

Bizarro

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 3:30
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Dica do Sandro:

14 14UTC Julho 14UTC 2009

No dia mundial do Rock, um presentinho do Aliterasom

coraceboEu sei, aos 45 minutos do segundo tempo, mas eu não poderia deixar passar. Hoje é o Dia Mundial do Rock! É, eu sei. Parece não haver clima para comemoração, mas façamos então assim: durante a semana você pega aquele cdzinho (ou disco se preferir) que tá guardado faz tempo e que você não houve porque não curte mais ou até mesmo pela falta de tempo que todos nós somos assolados. Tira um dia ou dois para matar a saudade. Vai dizer que você nunca curtiu um Black Sabbath, Metallica…? De repente estes exemplos são muito radicais!!!  :)

Um Guns n Roses, um Skid Row você deve ter curtido!? Então, vai lá, pega a bolacha ou o cd e homenageie sua saudade. Eu sei, estão maltratando o rock. Tentando transformar o monstro numa adocicada e democrática mistura de sons! Tudo bem, quem sou eu para querer dizer isso ou aquilo, afinal de contas, a criatividade é a mola mestra da arte, mas, parecem que certas coisas são intocáveis!

São 13 faixas em homenagem ao dia 13 de Julho.

Vamos deixar de blá blá blá, porque se você não tem mais aquele vinil ou seu cd de rock para curtir (vendeu né?), o tio Aliterasom fez um coletânea (comentada) daquilo que ele escuta, escutou e escutará sempre: as melhores de sempre. Vamos lá:

Faixa 1 – A Rite Of Passage (Dream Theater) – Essa música da banda presepeira e adorada, Dream Theater, tem um dos melhores interlúdios que eu já ouvi. Um fraseado de guitarra lindo, pesado, inspirador. Escuto quase que diariamente.

Faixa 2 – Load (Metallica) – Sim, eu também não gosto deste disco, mas então por que incluíl-a na Coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock. Por um motivo simples: porque esta música é do cacete! Eu considero o James Hetfield a melhor guitarra base do rock há muito tempo. Sem contar sua voz poderosa, sua sensibilidade para “pesar” e “aliviar” quando necessário. Mate a saudade!

Faixa 3 – Afraid To Shoot Strangers (Iron Maiden) – Quem gosta de rock e não gosta de Iron Maiden ou é ruim da cabeça ou doente do pé! :) Esta canção faz parte do último grande disco da banda inglesa, uma das responsáveis pela proliferação do heavy metal pelo mundo todo. Escolhi uma canção não óbvia e diferente na estética “iron maiden” de fazer música.

Faixa 4 – Cast No Shadow (Oasis) – Ih, também não curte?! Sempre acusados como plagiadores dos Beatles, para mim, a banda britânica é mais do que uma homenageadora da melhor banda de todos os tempos, é uma banda que tem excelentes discos e ótimas cancões. Particularmente gosto mais do Noel cantando do que o irmão, Liam. Minhas canções favoritas trazem o guitarrista do Oasis nos vocais. E nesta coletânea resolvi fazer o contrário… porque lá estão os backings de Noel…

Faixa 5 – The Killing Road (Megadeth) – O Youthnasia está entre os discos que mais escutei na vida. E esta canção, em particular, possui um riff lindo e matador. A paletada abafada dá o efeito “pizzicato” na guitarra, coisa bonita que só os bons sabem fazer, tempo e hora de usar um recurso lindo da técnica de guitarra. Não sei se o Megadeth chegará um dia ao status do Metallica, mas que possui músicos de categoria, isso não tenho dúvidas… Virou meu ringtone.

Faixa 6 – The Unforgettable Fire (U2) – Um grande problema de quando a gente envelhece é uma tendência a achar que tudo que era produzido antigamente é que era melhor… Eu acho que na maioria das vezes isso não se aplica a absolutamente nada e tem um lado emocional fortíssimo, mas deixe-me fazer uma exceção: não acho que o U2 fará canções como esta novamente. A canção é linda e é de uma época em que Bono Vox era mais vocalista do que ativista pacífico. Ok, acho que ele faz um grande trabalho como cidadão do mundo (muito mais que eu), mas sinto falta do Bono músico e autor de canções como esta.. Sim, até hoje não engoli o disco novo No Line On The Horizon

Faixa 7 – Falling In Beetween (Toto) – Sou suspeitíssimo para falar do Toro (sim é assim a pronúncia em inglês). Era uma banda redondinha, com suas canções fantásticas. Ano passado encerrou suas atividades e deixou um imenso vazio na combalida cena do rock mundial. Esta é do último disco de inéditas, com mesmo título.

Faixa 8 – No More Tear (Ozzy Osbourne) – Canção matadora de um dos grandes discos do Prince Of Darkness. O clip, na época, estourou e traz um Ozzy longe da aposentadoria e com muito fôlego. Aliás, este disco todo é bom e tem grandes clássicos  como Mama I’m Coming Home, Hellraiser (do Motorhead) e Mr. Tinkertrain. Musicão… que baixo!

Faixa 9 – Cult Of Personality (Living Colour) – De longe, os melhores negões do rock. Um peso absurdo na guitarra, músicos entrosadíssimos, um vocalista que parece fora do ambiente (ele tem swing pacas para um vocalista de rock), mas que contribui para riqueza do Living Colour. Esta é a primeira música do Vivid. Um disco que está por aí em ótimas liquidações. Vale a pena ter o original.

Faixa 10 – Love Thing (Joe Satriani) – Ah rapazes e moças. Essa música é para chorar. No bom sentido e vamos lá, qual banda de rock não tem sua baladinha? Neste caso, é uma baladaça… O cinquentão Satriani, sabe aliar como poucos, a destreza e a habilidade com a sensibilidade, sem que pareça um piloto de F1 tocando guitarra… Bateria retinha, quadrada, baixo e um acompanhamento para pedir um vinho, dar um beijo e chamar para dançar juntinho… Momento “love thing” no Aliterasom…

Faixa 11 – Color Me Blind (Extreme) – E por falar em balada, o Extreme que sempre foi conhecido por More Than Words – must da década de 90 – tinha músicas MARAVILHOSAS e esta especialmente é de outro cd aqui de casa que é furado, III Sides To Every Story. Nuno Bittencourt é um dos grandes das seis linhas. Injustiçadamente desconhecido, mas um grande músico. O Extreme lançou o grandioso Saudades do Rock, que não teve qualquer tipo de repercussão. Uma pena!

Faixa 12 – Naked In Front of  The Computer (Faith No More) – Uma das minhas bandas preferidas… aqui num momento nada óbvio. Esse canção é do disco Album of The Year, último disco de inéditas do quinteto. A banda voltou a se apresentar na Europa e minha esperança é de que ela passe aqui pelo Brasil, de preferência no Rio de Janeiro. Este disco (Album of The Year) não é tão bom quanto os anteriores, mas ainda mostra a vitalidade e a força da banda. Tanto é verdade, que eles incluíram várias músicas deste cd no setlist da volta.

Faixa 13 – Entrelinhas (Contraplonge) – Não sei se vocês repararam, mas eu não coloquei nenhuma banda nacional. É meu “protesto” com relação ao atual momento do rock brasileiro. Como já falei disso em outros posts, prefiro exaltar a postura de quem mantem-se nobre. Contra todas as dificuldades. Contraplonge é a banda do meu amigo Guga Brandao, que junto com seus outros amigos, fizeram um disco excepcional e que pouca gente conhece “Mise en Scene”. Essa é a minha canção preferida do disco. Pela melodia, pelo violão, pelos versos… É o meu momento… E por isso resolvi incluí-la na coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock, para que vocês conheçam e curtam “um pouquinho” de Contraplonge.

Ufa!!! Para baixar a Coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock, clique aqui.

“Mas entre as notas e as pausas na canção, já bate um coração” – Entrelinhas

3 03UTC Junho 03UTC 2009

E não é que é bom?

Arquivado em: Música — Daniel Junior @ 9:40
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Dream Theater esbanja saúde e excelentes composiçoes no disco mais pop de sua carreira profícua.

DreamTheater_featureCom lançamento previsto para 26 de junho, o novo disco do Dream Theater, Black Clouds & Silver Linings, vazou na internet com mais de um mês de antecedência. E causou muito burburinho. Um bafafá positivo. A banda está mais pesada e cada dia mais envolvida no rótulo que lhe deram: um progressivo agressivo, com muita técnica e firula. Em BCSL, temos além da presepice conhecida por seus fãs, um disco muito melodioso e interessante. Desde as letras, até as convenções brilhantemente executadas. Aqui um review, faixa a faixa:

1) Nightmare to Remember – uma faixa pesada, mas com muito brilho. Eu que sempre disse que DT é a única banda em que o músico contratado é seu vocalista, retiro minhas palavras. La Brie está cantando, além da técnica. Virou um intérprete. Canta as músicas com um sentimento, até então desconhecido, em estúdio. Todas as nuances da canção, contam com uma verdadeira aula de como atenuar e de como pesar versos para quem os ouve. Destaque para os timbres utilizados por Petrucci, muito melhor neste disco do que nos últimos discos da banda. O guitarrista mantem a velocidade que lhe é peculiar, mas os riffs estão muito mais sombrios. Aliás, Portnoy abusa do pedal duplo, dando uma cara de banda como Pain Of Salvation. Fora o seu vocal, com efeito. Teve quem não gostasse. Eu gostei.

2) Rite of Passage – Essa canção possui o melhor interlúdio (passagem de um trecho musical para outro) que eu ouvi nos últimos dias. Uma melodia bastante interessante. Aliás, este é o mote do disco; conta com várias músicas na qual não precisa se decorar com dificuldade suas linhas. A faixa pode desagradar fãs mais ortodoxos que preferem músicas mais difíceis, para ouvidos menos tradicionais. De fato, o DT em discos como Images & Words e Awake notabilizou-se por canções que não conquistam na primeira audição. O que ouvimos em Rite Of Passage é uma canção com uma pungência do excelente Train Of Thought (2003), mas com uma vocação mais radiofônica. Petrucci exercitando pentatônicas durante a melodia, + seu riff matador durante toda a canção, fora o teclado viajante a lá Faith No More (fase Angel Dust) tornam esta canção um grande hino, de muito bom gosto.

3) Wither – Mais uma bela canção. La Brie está alvo. Gosto de ouvir uma banda pesada tocando fora das possibilidades megalomaníacas. É como se o Dream Theater estivesse descendo do Olimpo (seu lugar de habitação) para falar com os mortais, num idioma que todos conhecem bem. Tudo na canção soa bem. Desde a condução, até os strings mais discretos utilizados por Rudess, que prefere, sublinhar as guitarras bonitas e impiedosas de John Petrucci. Um pormenor: em todas as faixas, o pouco destaque do baixo de Myung. Acho que o sr. Portnoy poderia dar um espaço nas mixagens ao seu companheiro de cozinha. Não há sombra de dúvida de que ele (Portnoy) é um grande músico, talvez um dos mais influentes de sua geração, o que lhe rende admiração no mundo inteiro, mas numa produção artística, qualquer tipo de vaidade, deveria ser posta, ao menos, um pouquinho de lado.

4)  The Shattered Fortress – Aqui é o fim do que ficou conhecido no orkut como a Saga da Cachaça. Para quem não sabe, Portnoy junto a sua banda, é o compositor mais presente nas faixas. E ele mesmo escreveu várias canções que falam a respeito de seus problemas com alcoolismo. Portanto TSF é uma colagem de várias destas canções. O resultado não poderia ser melhor. Compartilhar esta história com seus fãs através da arte, em minha opinião, demonstra uma certa nobreza. E acho que todas as canções são excelentes. Fico impressionado como a execução da faixa! São muitos riffs e várias frases. Imagino que durante a gravação, alguns cortes foram feitos e muitas e muitas colagens efetuadas. É nesta faixa que vemos um menor número de guitaras diferentes, talvez uma ou duas, dobradas. Afinal de contas, o que vale é contar a Saga da Cachaça sem que a música fique parecendo apenas uma colcha de retalhos e sim, uma nova canção. A comunidade oficial do Orkut descobriu nos versos da canção, a oração de São Francisco. O que torna esta grande compilação mais bela ainda.

5) Best of Times – Para mim a melhor música do disco. Uma introdução muito sentimental. Gosto do piano com suas quartas e cadências percussivas. Ou mesmo quando a tendência é arpejar para acompanhar um violão muito bem tocado por John Petrucci. Aliás, eis aqui um momento muito raro: quando o guitarrista talentoso toca com rara doçura e leveza. Por isso é bom ouví-la diversas vezes.  É bom ouvir a gangorra do baixo (um dos raros momentos de Myung em todo o cd) e novos timbres de guitarra para Petrucci. Re-intero minha opinião sobre o disco: ele soa muito mais favorável a alguns ouvidos que não conheciam ou não gostavam da banda. Digamos que este é o Black Album (Metallica) do Dream Theater. Um solo arrasador ao final da canção, daqueles de se deixar levar… E quantos air guitar não serão feitos junto com o guitarrista!!!

6) The Count Of Tuscany – Lembra os grandes épicos do Dream Theater. Canção com uma estética muito próxima daquele progressivo tradicional de Yes e Pink Floyd. A canção imensa (como boa parte de todas as faixas), tem vários momentos interessantes, sempre com muitos riffs que emolduram todos seus trechos. Ora com velocidade, ora fritando (uma caraceterística marcante, digamos, do toque de Petrucci), o guitarrista tomou para si as atenções neste disco. É ele quem se destaca em todas as faixas. Em um segundo lugar honroso, uma vez que existem mais pausas do que melodias para ele, La Brie está cantando muito bem e muito além do que já o vi cantar, ao vivo, em dvds ou mesmo em discos que a banda já lançara.

BCSL é um excelente disco da banda que eu colocaria entre os três melhores produções da carreira da banda. Assim como ocorreu em Systematic Chaos, os fãs conquistados no início da carreira do DT irão torcer o nariz. Aqui neste disco, além da banda veloz, técnica e dificil, temos refrões, vocais mais adocicados e menos firulas do que o normal. Entre os melhores do anos, em qualquer lista de um headbanger sensível.

18 18UTC Maio 18UTC 2009

Black Clouds Silver Linings – download (na íntegra)

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 0:46
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Não, ainda não temos o disco inteiro… falta a música The Best Of Times , Graças a comunidade oficial do Dream Theater no orkut, já temos o link com o disco na íntegra, com as faixas que compoem o novo disco do Dream Theater – Black Clouds Silver Linings. Veja aquios nomes das músicas

coverNightmare To Remember

A Rite Of Passage

Wither

The Shattered Fortress

The Best of Times

The Count of  Tuscany

para baixar clique aqui

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