Aliterasom

24 24UTC Agosto 24UTC 2009

Faith No More no Rio de Janeiro e em Porto Alegre

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 19:00
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P1000377Talvez a melhor notícia do ano (depois da volta do FêNêMê) é que, alem de SP, no festival Maquinaria, o Faith No More se apresentará no Rio de Janeiro dia 05 de novembro, no Citibank Hall e no dia 03, no festival (etâ quanto) Pepsi On Stage dia 03 de novembro.

Isso é um grande presente para o público carioca que teve a oportunidade de ver a banda americana em algumas ocasiões como o Rock In Rio 2 (segundo o escasso colaborador deste blog, Bruno Patton, desbancando o Guns N Roses) e numa mega turnê, no mesmo ano, em setembro.

Será um belo revival, para paulistas, cariocas e gaúchos, não necessariamente nesta ordem… Só falta disco novo :)

Veja abaixo o poster oficial

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com colaboração de Bruno Patton

14 14UTC Julho 14UTC 2009

No dia mundial do Rock, um presentinho do Aliterasom

coraceboEu sei, aos 45 minutos do segundo tempo, mas eu não poderia deixar passar. Hoje é o Dia Mundial do Rock! É, eu sei. Parece não haver clima para comemoração, mas façamos então assim: durante a semana você pega aquele cdzinho (ou disco se preferir) que tá guardado faz tempo e que você não houve porque não curte mais ou até mesmo pela falta de tempo que todos nós somos assolados. Tira um dia ou dois para matar a saudade. Vai dizer que você nunca curtiu um Black Sabbath, Metallica…? De repente estes exemplos são muito radicais!!!  :)

Um Guns n Roses, um Skid Row você deve ter curtido!? Então, vai lá, pega a bolacha ou o cd e homenageie sua saudade. Eu sei, estão maltratando o rock. Tentando transformar o monstro numa adocicada e democrática mistura de sons! Tudo bem, quem sou eu para querer dizer isso ou aquilo, afinal de contas, a criatividade é a mola mestra da arte, mas, parecem que certas coisas são intocáveis!

São 13 faixas em homenagem ao dia 13 de Julho.

Vamos deixar de blá blá blá, porque se você não tem mais aquele vinil ou seu cd de rock para curtir (vendeu né?), o tio Aliterasom fez um coletânea (comentada) daquilo que ele escuta, escutou e escutará sempre: as melhores de sempre. Vamos lá:

Faixa 1 – A Rite Of Passage (Dream Theater) – Essa música da banda presepeira e adorada, Dream Theater, tem um dos melhores interlúdios que eu já ouvi. Um fraseado de guitarra lindo, pesado, inspirador. Escuto quase que diariamente.

Faixa 2 – Load (Metallica) – Sim, eu também não gosto deste disco, mas então por que incluíl-a na Coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock. Por um motivo simples: porque esta música é do cacete! Eu considero o James Hetfield a melhor guitarra base do rock há muito tempo. Sem contar sua voz poderosa, sua sensibilidade para “pesar” e “aliviar” quando necessário. Mate a saudade!

Faixa 3 – Afraid To Shoot Strangers (Iron Maiden) – Quem gosta de rock e não gosta de Iron Maiden ou é ruim da cabeça ou doente do pé! :) Esta canção faz parte do último grande disco da banda inglesa, uma das responsáveis pela proliferação do heavy metal pelo mundo todo. Escolhi uma canção não óbvia e diferente na estética “iron maiden” de fazer música.

Faixa 4 – Cast No Shadow (Oasis) – Ih, também não curte?! Sempre acusados como plagiadores dos Beatles, para mim, a banda britânica é mais do que uma homenageadora da melhor banda de todos os tempos, é uma banda que tem excelentes discos e ótimas cancões. Particularmente gosto mais do Noel cantando do que o irmão, Liam. Minhas canções favoritas trazem o guitarrista do Oasis nos vocais. E nesta coletânea resolvi fazer o contrário… porque lá estão os backings de Noel…

Faixa 5 – The Killing Road (Megadeth) – O Youthnasia está entre os discos que mais escutei na vida. E esta canção, em particular, possui um riff lindo e matador. A paletada abafada dá o efeito “pizzicato” na guitarra, coisa bonita que só os bons sabem fazer, tempo e hora de usar um recurso lindo da técnica de guitarra. Não sei se o Megadeth chegará um dia ao status do Metallica, mas que possui músicos de categoria, isso não tenho dúvidas… Virou meu ringtone.

Faixa 6 – The Unforgettable Fire (U2) – Um grande problema de quando a gente envelhece é uma tendência a achar que tudo que era produzido antigamente é que era melhor… Eu acho que na maioria das vezes isso não se aplica a absolutamente nada e tem um lado emocional fortíssimo, mas deixe-me fazer uma exceção: não acho que o U2 fará canções como esta novamente. A canção é linda e é de uma época em que Bono Vox era mais vocalista do que ativista pacífico. Ok, acho que ele faz um grande trabalho como cidadão do mundo (muito mais que eu), mas sinto falta do Bono músico e autor de canções como esta.. Sim, até hoje não engoli o disco novo No Line On The Horizon

Faixa 7 – Falling In Beetween (Toto) – Sou suspeitíssimo para falar do Toro (sim é assim a pronúncia em inglês). Era uma banda redondinha, com suas canções fantásticas. Ano passado encerrou suas atividades e deixou um imenso vazio na combalida cena do rock mundial. Esta é do último disco de inéditas, com mesmo título.

Faixa 8 – No More Tear (Ozzy Osbourne) – Canção matadora de um dos grandes discos do Prince Of Darkness. O clip, na época, estourou e traz um Ozzy longe da aposentadoria e com muito fôlego. Aliás, este disco todo é bom e tem grandes clássicos  como Mama I’m Coming Home, Hellraiser (do Motorhead) e Mr. Tinkertrain. Musicão… que baixo!

Faixa 9 – Cult Of Personality (Living Colour) – De longe, os melhores negões do rock. Um peso absurdo na guitarra, músicos entrosadíssimos, um vocalista que parece fora do ambiente (ele tem swing pacas para um vocalista de rock), mas que contribui para riqueza do Living Colour. Esta é a primeira música do Vivid. Um disco que está por aí em ótimas liquidações. Vale a pena ter o original.

Faixa 10 – Love Thing (Joe Satriani) – Ah rapazes e moças. Essa música é para chorar. No bom sentido e vamos lá, qual banda de rock não tem sua baladinha? Neste caso, é uma baladaça… O cinquentão Satriani, sabe aliar como poucos, a destreza e a habilidade com a sensibilidade, sem que pareça um piloto de F1 tocando guitarra… Bateria retinha, quadrada, baixo e um acompanhamento para pedir um vinho, dar um beijo e chamar para dançar juntinho… Momento “love thing” no Aliterasom…

Faixa 11 – Color Me Blind (Extreme) – E por falar em balada, o Extreme que sempre foi conhecido por More Than Words – must da década de 90 – tinha músicas MARAVILHOSAS e esta especialmente é de outro cd aqui de casa que é furado, III Sides To Every Story. Nuno Bittencourt é um dos grandes das seis linhas. Injustiçadamente desconhecido, mas um grande músico. O Extreme lançou o grandioso Saudades do Rock, que não teve qualquer tipo de repercussão. Uma pena!

Faixa 12 – Naked In Front of  The Computer (Faith No More) – Uma das minhas bandas preferidas… aqui num momento nada óbvio. Esse canção é do disco Album of The Year, último disco de inéditas do quinteto. A banda voltou a se apresentar na Europa e minha esperança é de que ela passe aqui pelo Brasil, de preferência no Rio de Janeiro. Este disco (Album of The Year) não é tão bom quanto os anteriores, mas ainda mostra a vitalidade e a força da banda. Tanto é verdade, que eles incluíram várias músicas deste cd no setlist da volta.

Faixa 13 – Entrelinhas (Contraplonge) – Não sei se vocês repararam, mas eu não coloquei nenhuma banda nacional. É meu “protesto” com relação ao atual momento do rock brasileiro. Como já falei disso em outros posts, prefiro exaltar a postura de quem mantem-se nobre. Contra todas as dificuldades. Contraplonge é a banda do meu amigo Guga Brandao, que junto com seus outros amigos, fizeram um disco excepcional e que pouca gente conhece “Mise en Scene”. Essa é a minha canção preferida do disco. Pela melodia, pelo violão, pelos versos… É o meu momento… E por isso resolvi incluí-la na coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock, para que vocês conheçam e curtam “um pouquinho” de Contraplonge.

Ufa!!! Para baixar a Coletânea Aliterasom – Dia Mundial do Rock, clique aqui.

“Mas entre as notas e as pausas na canção, já bate um coração” – Entrelinhas

27 27UTC Junho 27UTC 2009

FNM no Download Festival (download vídeo)

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 1:26
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faith no moreHá cerca de algumas semanas, aconteceu na Inglaterra (e só poderia ser lá fora) um festival chamado Download Festival. Entre as atrações, Journey, Whitesnake, Def Leppard, Dream Theater, Korn e Faith No More. Sou fã de Mike Patton e companhia e tive a oportunidade de assistir online, através do link do festival, a apresentação. E lá estavam, vestidos tal qual cafetões, Bordin, Hudson, Gould, Bottum e Patton, como se “nada tivesse acontecido” nos últimos 10 anos. A primeira canção, Reunited (da dupla Peaches & Herb), é uma excelente brincadeira com o retorno da banda aos palcos… e eu espero aos estúdios.

O Aliterasom (ainda triste com a morte do Rei Michael) disponibiliza – com a colaboração do Daniel da Comunidade Faith No More Is Back! 2009, o vídeo desta apresentação por assim dizer, histórica.

Para baixar, clique aqui.

(ainda não baixei, por isso não posso garantir a integridade e qualidade do mesmo, mas vale a tentativa)

Set list:

Faith No More – 090612 Donington LOSSLESS H264
*
duração: 1:31:51
formato mp4 video
tamanho do arquivo: 417.69 MB
TV quality
Source : Downlad Festival Live Streaming (http://www.downloadfestival.co.uk)
Video : PAL, 16:9, H264, 512×288, 25fps, 520 kbps
Audio : MP3 128 kbps Stereo
For Lossless MP3 album without video check here:
1. Reunited
2. The Real Thing
3. From Out Of Nowhere
4. Land of Sunshine
5. caffeine
6. Evidence
7. Poker Face / Chinese Arithmetic
8. surprise You’re Dead
9. Easy
10. Last Cup Of Sorrow
11. Midlife Crisis
12. Introduce Yourself
13. Gentle Art of Making Enemies
14. Take This Bottle
15. Ashes To Ashes
16. Malpractice
17. Cuckoo For Caca
18. Be Aggressive
19. Epic
20. Mark Bowen
Encore
21. Chariots Of Fire / Stripsearch
22. we Care A Lot

Veja o vídeo de Reunited:

9 09UTC Maio 09UTC 2009

Os 5 discos que mais escutei na minha vida!

A falta de criatividade gera várias listinhas. Pelo menos comigo é assim. Eu fico pensando em como atrair o leitor para meu infinito particular e partilhar com ele gostos, aqui musicais, dos mais variados estilos. Poderiam ser livros, filmes, séries de tv e até partidas de futebol. O valor da gradação é mais subjetivo que a própria lista. Também existe uma motivação: não sei bem porque, mas o texto que escrevi sobre o Sgt. Peppers é um dos mais lidos desde a criação do Aliterasom… Não vejo nele, nenhum traço especial que mereça tanta atenção, mas se muita gente já leu (mais de 300 pessoas) é porque o “negócio tá bom”. Mas qual é a relação do disco dos Beatles com lista? Na resenha do Sgt. Peppers, eu relaciono, uma a uma, cada faixa e acho, que este tipo de texto chama bastante a atenção na internet. Por que? Não sei.

De qualquer forma, esta é a primeira vez que escrevo sobre os 5 discos que mais escutei na minha vida. E faço questão de escrever assim: disco. O termo cd é tão híbrido e pode ser tanta coisa, que a sensação de dizer LP ou disco, parece que apenas estou falando de música. Bem, eu vou começar…

Quinto Lugar

Ventura – Los Hermanos

venturaTodo mundo fala MUITO BEM do Bloco do Eu Sozinho. Eu também, mas é o Ventura que tá com capa, plástico e toda a caixinha “ferrada” de tanto abrir e fechar, pois aqui em casa se escutou esse disco até furar! A música pop consegue se casar numa espécie de banda que prima por arranjos que escolhem a beleza e a emoção como cartão de visita. Os temas (letras) podem ser simples como de Alem do Que Se Vê ou Do Sétimo Andar, mas um coração atento ao deslize, não pode passar batido ao bom gosto dos eternos barbudos.

 

 

Quarto Lugar

III Sides To Every Story - Extreme

iiisidesO pessoal da minha idade (entre 30 e 35 anos) conhece o Extreme por duas canções: More Than Words e Hole Hearted. A primeira é daquelas baladas para chorar e chorar e chorar. Duas vozes, dedicadas e um violão muito brasileiro. Hole Hearted já é uma canção hard estilo Mr. Big, feita pra “todo mundo cantar junto”. Estas canções fazem parte do disco Extreme II Pornograffitti. Porém o meu preferido é IISTES. Um disco conceitual que fala de liberdade, religião, política. Um disco na qual pouca gente prestou atenção (assim como o mais recente, da “volta”, Saudades do Rock), com arranjos de cordas fabulosos, com vocais lindos e com músicas bastante inspiradas. É uma pena que não tenha recebido a devida atenção do público e até mesmo dos fãs.

 

Terceiro Lugar

Angel Dust – Faith No More

AngelDustCapa2Lembro-me perfeitamente de quando cheguei numa loja de discos na Pça Tiradentes, no centro histórico do Rio de Janeiro e procurei por este lançamento. Faith No More era uma “nova mania” entre roqueiros. Mesmo os não tão convictos. Este disco tivera pouca badalação, mas me lembro de ter ouvido Small Victory (e o clip também é lógico) e ficara completamente chapado! E para variar (repararam que sempre vou na contramão?) acho este disco muito melhor que o The Real Thing, o mais conhecido da banda de Mike Patton. O Nu Metal (?) não existiria se não fossem os timbres, os pesos e a “coisa melódica” que sempre acompanhou a banda. Um discaço.

 

 

Segundo Lugar

Music From The Elder – Kiss

ElderEste disco é o único da carreira da banda novaiorquina que não ganhou Disco de Ouro. O quarteto mascarado formado aqui por Gene Simmons, Paul Stanley, Eric Carr e Ace Frehley estava querendo ir em outras direções musicais. Para que você tenha idéia, tem até parceria com Lou Reed (Velvet Underground), coisa absolutamente impensável para uma banda mais conhecida pelo seu hard rock “bem” americano. Bem, pelo menos para mim, neste disco tem pérolas, hoje valorizadas pelos fãs mais antigos, como Odissey e Just A Boy. Reza a lenda, que as guitarras de Ace Frehley (que canta em Dark Light) foram gravadas por telefone e que sequer ele teria encontrado com o resto da banda para discutir o conceito do disco… Existem apresentações da banda ao vivo, na qual se vê que a interação entre eles não é mais a mesma, mas ficou o disco. E que disco!

 

Primeiro Lugar

Dois – Legião Urbana

cdlegiaodoisfg0Num certo período da minha adolescência eu só tinha ouvidos para Legião Urbana. Principalmente no que se referia aos três primeiros discos. Fui ter o disco muito tempo depois (meu tio tinha um enorme ciúme da sua discografia), na época em que já era cd. O curioso é que, á época do lançamento eu morava em Brasília, terra da banda e, mesmo de forma tímida, senti o pequeno impacto que a banda lançara sobre o cenário do rock nacional. Obviamente que com 10 anos achara as letras muito chatas e sem sentido. A reverberação da obra iria me alcançar aos 14 anos, portanto 4 anos depois. Foi tão forte que “graça” a esta descoberta que não me lembro de nada que eu cultuasse com mais ardor do que Legião Urbana. Passei a ter gosto pela poesia, por arranjo, por letra de música, por tocar um instrumento, enfim, o Dois determinou na minha vida, uma vida.

Eu sei, estas listas são absolutamente pessoais e nem tenho a bárbara intenção de “bater” a minha lista com alguém. É só mais uma manifestação íntima e algumas constatações de como discos podem ser retratos indeléveis de histórias que passam mas de músicas que ficam.

Para matar a saudade, um clipe rodado intensamente pela antiga (e melhor) Mtv. More Than Words, Extreme

28 28UTC Fevereiro 28UTC 2009

Pauta Musical – Notas e pausas do dia cantado

Arquivado em: Notas e Pausas — Daniel Junior @ 17:32
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fnm2*O retorno de Faith No More para uma turnê européia é a notícia do ano. A banda que terminou oficialmente em 1998, talvez seja uma das mais influentes da história do rock. Depois do assombroso sucesso de The Real Thing, a banda lançou, na minha opinião um dos melhores discos de rock de todos os tempos, Angel Dust, com um soberbo Mike Patton, com sua voz e versatilidade, mandando canções maravilhosas como Caffeine, Be Agressive, Small Victory e na edição nacional, na versão imortalizada de Easy (The Commodores). Essa notícia só seria superada em beleza, caso a banda anunciasse turnê também na America do Sul… ;)

*The Edge, guitarrista do U2, lamentou o fato da disco ter vazado na internet. Segundo ele, o lado bom é que “ao menos o fã tem dado sinais positivos quanto ao disco, mesmo sem ter pago por ele”. É carequinha, esse eu vou demorar a comprar… =/

*Robert Smith, vocalista do classudo e histórico The Cure, classificou a idéia do Radiohead (chata e cultuada banda) de deixar seus fãs a vontade para escolher o preço do seu disco In Rainbows, como idiota. Palavras de Smith: Você não pode dar às pessoas o direito de decidir quanto vale o que você faz. A não ser que você pense que seu trabalho não vale nada, mas isso seria sem sentido. É Robert, talvez você tenha um pingo de razão, mas nós consumidores durante décadas pagamos o preço imposto pela indústria, e até hoje, existem malucos que pagam fortunas por bobagens como lenços de papel, batons, copos, bootlegs mal produzidas ou coisas do tipo. Como diz a filosofia popular: cada um no seu quadrado.

* Parece que o dinheiro tá acabando… FNM voltando e agora é a vez do No Doubt. A banda anunciou a volta e uma turnê com 45 shows pelo território americano. Na boa? Não fez e não fará falta… Tirando Dont Speak (um classicao da época), a meu ver, a banda sofria de uma esquizofrênia musical. Para o seu lugar, já temos o sumido Black Eyed Peas

* Marcelo Camelo entrevistado no Palco MPB Fm recentemente disse que pensa em não dar mais entrevistas que não sejam in loco. Explico: segundo o autor de Anna Júlia, vários que concedem entrevistas, por exemplo, pelo telefone, tem a essência  do que foi dito distorcida pelo entrevistador, que está com sua atenção dividida, na redação, entre e-mails, notícias de última hora ou até um café. A aversão de Camelo e de outros hermanos com a imprensa não é de hoje. Eles possuem histórias no mínimo curiosas, que vão, desde troca de nome de integrantes á impagáveis lições de moral (bem dadas, diga-se de passagem) a figuras mal informadas. Venhamos e convenhamos, o jornalismo se tornou especialista em questões que possam envolver alguma polêmica, mas no que diz respeito a informação, anda caquético e cheio de erratas.

Abaixo, veja um vídeo que ficou famoso no Youtube. O impagável Rodrigo Amarante, destila seu veneno preciso, numa figura mal informada. É sério, engraçado e principalmente: revelador

Fantastic Toco… :)

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